quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Adiamento do leilão do TAV não compromete continuidade do projeto














Ao anunciar o adiamento da primeira etapa da licitação para o Trem de Alta Velocidade (TAV), o ministro dos Transportes, César Borges, garantiu na tarde desta segunda-feira (12/08) que o projeto irá continuar. Será adiada a primeira fase do processo, para escolha do fornecedor da tecnologia, operação do serviço e manutenção do sistema. A segunda fase do leilão, que irá definir as empresas responsáveis pela infraestrutura do projeto, permanece prevista para 2015. A previsão para a entrada em operação em 2020 foi mantida.

Segundo o ministro, o prazo estendido no cronograma em um ano na primeira fase trará mais segurança e oportunidade a outras empresas estrangeiras de participar do processo. “Queremos o maior número de participantes no certame”, disse. O motivo do adiamento foi atender ao pedido de investidores alemães e espanhóis.

Operação mantida - “Não vamos determinar datas. A previsão de 2020 para entrada em operação continua mantida. O projeto do Trem de Alta Velocidade é um processo complexo, que nunca foi rápido em qualquer projeto pelo mundo. Exige detalhamento e a formação dos consórcios para a disputa. Não existem muitos no mundo inteiro. Se todos viessem ao Brasil, seriam no máximo cinco”, disse César Borges.

Atualmente, está em curso, pela EPL, o processo de licenciamento ambiental e de contratação da empresa responsável pelo gerenciamento e integração dos estudos para o projeto final de engenharia. O processo para contratação da gerenciadora teve início no dia 5 de março deste ano com a publicação do edital no Diário Oficial da União.

Segundo o presidente da Empresa Brasileira de Logística (EPL), Bernardo Figueiredo, também presente ao anúncio desta tarde, a decisão foi positiva porque não houve pedido de alteração do modelo de concessão. Ao contrário, as empresas se sentem atraídas pela ausência de mudanças de parâmetros. Figueiredo reiterou que o adiamento pode ser adotado sem comprometer o cronograma.

Tecnologia

O projeto é baseado em tecnologia de ferrovia de alta velocidade genérica, com provisão específica para um traçado dedicado e totalmente segregado para maximizar a velocidade de operação e assegurar alto desempenho operacional em termos de confiabilidade e pontualidade, conforme as características descritas nos demais Estudos. O TAV Brasil não prevê compartilhamento de qualquer via existente ou que opere conjuntamente com serviços brasileiros ferroviários ou de metrô existentes. O traçado do TAV Brasil prevê vias dedicadas para a estação principal em cada cidade, com o traçado frequentemente localizado em túneis em áreas urbanas densamente povoadas.

Fonte: Ministério dos Transportes

Publicada em:: 12/08/2013





quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Adiado debate sobre Trens Regionais na ALESP



ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO

FRENTE PARLAMENTAR EM DEFESA MALHA FERROVIÁRIA PAULISTA


COMUNICADO
Comunicamos que o debate sobre o tema: 

TRENS REGIONAIS - PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS (PPPs), que seria realizado nesta quinta-feira, 15/08, FOI ADIADO.


Contamos com a sua compreensão. Tão logo tenhamos reagendado, comunicaremos a nova data.
Atenciosamente,

Deputado Mauro Bragato
Coordenador da Frente Parlamentar

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Trens Regionais audiência Frente Parlamentar de Ferrovias de São Paulo


O Deputado Estadual de São Paulo Mauro Bragato, coordenador da Frente Parlamentar em Defesa da Malha Ferroviária Paulista, convida  a sua  participação nos debates da implantação dos Trens Regionais de passageiros de média velocidade no Estado de São Paulo para Jundiaí, Sorocaba, São José dos Campos e Santos, com apresentação do Secretario de Transportes Metropolitano do Estado de São Paulo  Jurandir Fernandes,  na audiência pública da Assembleia Legislativa de São Paulo, quinta feira,  15 de agosto, ás 10 Horas, o evento será realizado no Plenário José Bonifácio e transmitido pela TV ALESP e TV WEB no link abaixo :










domingo, 30 de junho de 2013

A fotônica nas ferrovias, trens e metrô do Brasil




Fotônica é a ciência que trata da manipulação da luz, mais precisamente dos fótons, é uma ciência nova que teve seu inicio com as teoria de Max Planck e Albert Einstein, e o desenvolvimento industrial a partir do surgimento do Laser e da Fibra Óptica. Está em andamento uma Revolução Industrial Fotônica, surgida em prosseguimento ao desenvolvimento dos microprocessadores e microcomputador eletrônico com a introdução da fibra óptica na comunicação entre computadores na rede global de informática a internet.

AEAMESP - Promove de 10 a 13 de setembro de 2013 a 19ª semana Metro ferroviária

 A Associação do Engenheiro e Arquitetos do Metrô de São Paulo – AEAMESP , promoveu em sua sede no dia 05 de junho 2013 um Debate Tecnológico com a palestra sobre a Utilização de Fibra Ótica (FO) no sistema CBTC – CommunicationsBased Train Control - Controle de Trens Baseado em Comunicação ao longo da via permanente (anel Ótico) e no material rodante, apresentada por Louis Eric e Said Hessari representantes da empresa Multinacional Suiça Huber+Suhner com instalações no Brasil, empresa que se fundiram em 1969 e foram fundadas em 1864 e 1883. 

A Huber+Suhner é uma empresa com 131 e 149 anos respectivamente de tradição em pesquisa e inovação no Estado da Arte e da fronteira tecnológica da modernidade e mais uma vez se coloca a frente ao desenvolver para o setor ferroviário a ultima palavra em inovação, com a introdução de fibra óptica para transmissão de dados via laser através de opto acopladores para a comunicação e acoplamento dos computadores eletrônicos e sistema de comunicação de controle dos trens e para atendimento dos passageiros usuários dos trens na utilização de celulares 4G, Tablets , SmartPhones e computadores pessoais.
 
Trem da CAF Brasil da CBTU Metrô Recife com equipamentos fotônico

A excelente palestra dos representantes da Hubner + Suhner,  Louis Eric e Said Hessari na AEAMESP demonstra que as ferrovias e metrôs brasileiro estão entrando na modernidade do sistema ferroviário a medida que o Metrô de Recife da CBTU está recebendo os novos trens da CAF construído e montado em Hortolândia – região de Campinas já instalado com equipamento com tecnologia de cabos óptico especifico para operação ferroviária e o Metrô de São Paulo esta implantado o seu sistema CBTC – Communications Based Train Control - Controle de Trens Baseado em Comunicação nas linhas 1, 2 e 3 com um sistema de anel em fibra óptica para interligar e realizar as interface com o sistema de radio frequência com a finalidade de reduzir o intervalo entre os trens melhorando a segurança na operação dos trens do metrô de São Paulo.


A Fotônica pouco conhecida e já presente na vida dos brasileiros, e recém implantada nos novos trens e metrô do Brasil, vai aos poucos se firmando no setor ferroviário; cabendo a nós brasileiros estarmos participando e desenvolvendo soluções e aplicações da tecnologia Fotônica.







HUBER+SUHNER - História

 

 

HUBER+SUHNER RADOX® Fiber optic 

 


 

HUBER+SUHNER Innovative Copper Cables 




terça-feira, 4 de junho de 2013

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Transporte de cargas pelas ferrovias carece de mudança



“As ferrovias brasileiras ainda não são muito utilizadas para o transporte de cargas de grandes proporções e cargas fracionadas pelas características da malha atual”




A afirmação é do presidente-executivo da ANTF (Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários), . Segundo ele, hoje, as ferrovias são utilizadas para o transporte de baixo valor agregado, elevada densidade em longas distâncias.

Atualmente, as principais cargas transportadas pelo modal ferroviário no Brasil são os produtos siderúrgicos, em especial o minério de ferro, as commodities agrícolas como soja, milho e arroz. Mas, para o executivo, a tendência é que haja uma ampliação na diversificação de mercadorias. 

“Os trilhos brasileiros têm sido muito procurados para a movimentação de açúcar, de combustíveis, de produtos petroquímicos e de materiais da construção civil e, para mudar este quadro, é preciso transformar a malha ferroviária atual com planejamento e escala”, afirma.


“As ferrovias possuem um traçado antigo, com sinuosidades e rampas, o que operacionalmente as impedem de imprimir velocidades muito elevadas. 

Além disso, ainda não comportam equipamentos como o vagão “Double Stack”, que permite o empilhamento de dois contêineres.




 É preciso investir na ampliação da malha. A construção da ferrovia Norte-Sul, em especial nos extremos do Norte e Sul do País, é crucial para o aumento da intermodalidade.

 As novas malhas já serão construídas em bitola larga, com pontes e viadutos com altura e tamanhos suficientes para a circulação de vagões Flex e Double Stack que facilitarão a movimentação de cargas bulk, já que, hoje, faltam malhas adequadas para a movimentação destes tipos de cargas”, diz.


Apesar do atual cenário, no entanto, Vilaça crê que a tendência é que esse quadro mude e essas cargas também sejam movimentadas em maior escala pelas ferrovias. “A aprovação da Medida Provisória 595 deve ajudar a melhorar a atual situação da malha ferroviária brasileira e sua cadeia de transportes como um todo. É importante ressaltar, entretanto, que é preciso formular um marco regulatório que não sofra alterações posteriores, pois esta instabilidade acaba espantando os investidores da iniciativa privada”, conclui.

Fonte: Guia Marítimo


03/06/2013 - PortoGente

terça-feira, 21 de maio de 2013

Governo deve elevar taxa de retorno das concessões de ferrovias, diz EPL


Reuters 
Por Leonardo Goy e Anthony Boadle

BRASÍLIA, 21 Mai (Reuters) - O governo federal deve elevar a taxa de retorno das concessões de ferrovias, de 6,5 por cento para a faixa de 7 a 7,5 por cento, disse nesta terça-feira o presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo.

A medida atende pedidos dos investidores e vai na mesma direção de mudanças já anunciadas para as concessões de rodovias e do trem-bala, disse o executivo durante o Reuters Latin American Investment Summit.

O governo anunciou há duas semanas o aumento de 5,5 por cento para 7,2 por cento da taxa de retorno dos projetos de novas concessões de rodovias.

"Queremos ter o mesmo padrão de retorno ao investidor nas rodovias e nas ferrovias", disse Figueiredo, ressaltando que o cálculo do retorno deve levar em conta todas variáveis, como o valor do investimento e o risco.

No caso do trem-bala, o valor mínimo da outorga a ser paga pelo vencedor do leilão deve ser reduzido de 5 a 10 por cento. Hoje a outorga está fixada em 70,31 reais por quilômetro rodado por um trem padrão (200 metros de extensão).

A iniciativa faz parte do pacote que inclui aumento do percentual financiado, de 70 para 80 por cento, e da taxa de retorno do projeto, de 6,32 para a faixa de 7 a 7,5 por cento, anunciado recentemente. O trem-bala ligará Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro.

Para as ferrovias, a alavancagem --fatia do investimento a ser financiada-- deve ser mantida em 80 por cento, diferente do que ocorreu com as rodovias, em que o governo reduziu o limite para 70 por cento.

CRONOGRAMA

Os primeiros editais do amplo plano de concessões para a área de logística anunciado pelo governo no ano passado devem começar a sair somente a partir de julho.

Segundo Figueiredo, em julho devem sair os editais de sete lotes de concessões de rodovias, que envolvem trechos como a BR-101 na Bahia, a ligação entre Goiás e Brasília pela BR-060, a BR-173 no Mato Grosso, entre outras.

Os editais do trecho mineiro da BR-116 e da ligação de Brasília com Minas Gerais pela BR-040, segundo Figueiredo, "foram para o fim da fila" e devem ser publicados somente em setembro.

Essas duas rodovias deveriam ter sido leiloadas em janeiro, mas cinco dias antes da data prevista o governo suspendeu a licitação para reformular o edital.

Segundo Figueiredo, a pedido dos próprios investidores, os leilões devem ocorrer cerca de 60 dias após a publicação dos respectivos editais.

O governo ainda analisa outro pleito das empresas, o de não licitar todos os lotes de rodovia numa mesma data.

A divisão em mais de uma data facilitaria, por exemplo, o trabalho dos bancos, que poderiam assessorar mais de um grupo.

"Se for tudo num mesmo evento, eles ficam mais amarrados", ponderou Figueiredo.

Já os editais dos leilões de ferrovias de cargas devem começar a ser publicados em setembro e, segundo o presidente da EPL, os leilões ocorreriam até o fim de dezembro.

Esse cronograma representa um atraso de cerca de seis meses em relação à programação original do governo. Quando lançou o pacote de concessões no ano passado, o governo esperava concluir em junho todas as licitações dos 10 mil quilómetros de ferrovias anunciados.

Segundo ele, os próprios investidores teriam pedido mais prazo para analisar os estudos, principalmente os referentes ao traçado.

As concessões de ferrovias e rodovias, somadas às licitações de aeroportos e de terminais portuários, fazem parte do amplo pacote de investimentos em logística lançado no ano passado pela residente Dilma Rousseff.

Além de tentar minimizar os gargalos que afetam o escoamento da produção brasileira, o plano tem o objetivo de estimular o aumento dos investimentos no país.

Segundo Figueiredo, o plano de logística deve gerar investimentos de 240 bilhões de reais, dos quais 120 bilhões de reais deverão ser aplicados já nos cinco primeiros anos.

INVESTIDORES

Segundo Figueiredo, entre as empresas que têm manifestado interesse nas concessões de rodovias e ferrovias estão companhias brasileiras e estrangeiras, incluindo empresas de países latino-americanos, como Chile, Argentina e México.

Ele ressaltou que, além dos investimentos nas obras, o programa alavancará setores da indústria que produzem equipamentos. "Em uma estimativa pessimista, em 15 anos vamos precisar de 5 mil locomotivas e 100 mil vagões", disse.

Para garantir o financiamento dos projetos, Figueiredo disse que o governo está estudando pleito dos bancos privados para equiparar as condições de funding deles com as de bancos públicos, como BNDES, Banco do Brasil e Caixa.

"Existe essa discussão. Existe uma proposta dos bancos privados de fazer isso via compulsório e isso está sendo discutido com a Fazenda e o BNDES. O governo entende que é positivo criar condições de os bancos privados ajudarem no esforço de financiamento", disse.





Thomson Reuters Corporation é uma empresa de mídia multinacional e informações, uma agência noticiosa, atualmente a maior do mundo, fruto da fusão da canadense Thomson Corporation, com a britânica Reuters. Ele foi criado pela compra pela Thomson Corporation da britânica Reuters Group em 17 de abril de 2008  A incorporação ocorreu em 2007 e custou £8,7 bilhões . A Companhia Woodbridge, uma holding da família Thomson, do Canadá, possui 53% do grupo, que opera em mais de 100 países, e tem mais de 60.000 empregados. Thomson Reuters foi classificada como "marca corporativa líder" do Canadá nos Interbrand 2010 ranking das melhores Marcas canadenses. Ela está sediada no 3 Times Square, Manhattan, New York City .